
Friday, July 20, 2007
Esquilos são detidos no Irã por espionagem
A agência oficial de notícias do Irã, a Irna, informou que 14 esquilos foram detidos sob suspeita de espionagem. Os animais foram encontrados na fronteira do Irã e supostamente estariam esquipados com dispositivos de escuta.
O chefe da Polícia Nacional do Irã, ao ser questionado pelo fato divulgado pela Irna, respondeu: "Eu ouvi algo sobre isso, mas não tenho informações precisas". Segundo a agência, os esquilos foram descobertos pelo serviço de inteligência do ministério do Exterior, mas capturados por policiais. Uma fonte do ministério questionada pela TV britânica Sky News disse que a história era "impossível".
Não seria a primeira vez que animais são usados como espiões. Na Segunda Guerra, os alianos usaram pombos para levar mensagens à França ocupada pelos nazistas. Mais recentemente, soldados americanos no Kuwait usaram galinhas como sistema de detecção de contaminação química.
Thursday, July 19, 2007
EXTRA!! EXTRA!! Presa a líder do Bando Fofinho
A meliante de quatro patas, Pepper Ann, roubou R$ 1,8 mil em dinheiro, mas não conseguiu escondê-lo por muito tempo. Confira os detalhes desta interessante história.Ela colou as notas recuperadas e conseguiu trocar em um banco por US$ 700 para devolver o dinheiro à vítima do roubo. Ela não pode trocar todas as notas, pois é necessário ter pelo menos três quartos do bilhete, segundo lei federal americana.
Debbie guardou metade de uma nota de US$ 100 na esperança que recuperará a outra parte. A cadela costuma comer batons, canetas, pasta de dente e lenços de papel, e foi deixada na casa da mãe de Debbie Hulleman durante as férias da mulher.
A vítima do roubo foi uma convidada da mulher que deixou sua bolsa, com US$ 975, no chão ao alcance da cadela. Ao acordar, ela encontrou a bolsa revirada e os pedaços das notas.
Wednesday, July 18, 2007
O implacável caçador de bactérias do Fantástico ataca de novo.
De acordo com o sábio Doutor Bactéria, as minúsculas bolinhas brancas encontradas em potes plásticos são um antro de bactérias maléficas e podres de espertas que ali aguardam, pacientemente, a hora de se infiltrar em nossos organismos causando males inimagináveis aos cidadãos desprovidos de hábitos de higiene pessoal que os utilizam de maneira inadvertida.
O Doutor Bacteria - pessoa asseada, mas em tratamento alopático e homeopático constante, desde 2004, em virtude de diversas enfermidades gastro-intestinais -, no entanto, pode ficar tranqüilo.
Segundo informações obtidas no site da Revista Brasileira de Química, recentemente foi lançado no mercado por uma empresa de Caxias do Sul/RS - uma novíssima proteção bacteriostática.
Trata-se do aditivo antimicrobiano da norteamericana Microban, já bastante empregado no exterior em plásticos transformados, sobretudo em utensílios domésticos, como potes Tupperware.
Baseado em um composto bisfenólico, o aditivo, extrudado no polímero plástico, age na superfície do elemento perfurando o citoplasma da bactéria e provocando os chamados vazamentos citoplásmaticos.
“Isso protege o plástico contra bactérias, fungos e outros microrganismos“, afirmou o diretor comercial da Microban do Brasil, Toshiaki Ouchi.
Mas se você ainda não possui essa maravilha da ciência moderna e se os seus potinhos parecem mais um choquito de tanta bolinha, não se desespere...eu como bactérias de colher de sopa e estou bem viva e gorda!
Monday, July 16, 2007
Fêfelete, querida...antes tarde do que nunca...
Friday, July 13, 2007
Coisas que se lê em grupo de discussão (fórum) de Nerd.
"Lá você é só um restolho qualquer, la você será só mais um, la não te amam como nós do miolos de amamos, la você não será NADA, aqui você é importante, aqui você tem uma pasta com seu nome, aqui você é REI, O REI!"
Cara, eu fechei a página porque fiquei com medo! Juro!
Monday, July 09, 2007
Até tu, Knut?!
Thursday, July 05, 2007
Hoje eu fiquei um pouco decepcionado...
| You Are 40% Evil |
A bit of evil lurks in your heart, but you hide it well. In some ways, you are the most dangerous kind of evil. |
Tuesday, July 03, 2007
Salsichas Simpsons
Se vocês pensam que todo esse 'frisson' em cima do filme dos Simpsons é por que se trata da primeira vez que eles aparecem no cinema, estão muito enganados! O grande 'frisson' provocado por esse longa metragem deve-se à participação especial das Salsichas no elenco. Abaixo, a primeira foto tirada das atrizes nos bastidores:
Tuesday, June 26, 2007
Hino aos Políticos em nova versão
Mas agora volto a virar fã da menina. Em uma peça de teatro para qual foi convidada especial, cansada de ficar cantando a 'música dos dedinhos'(um clássico da época em que ela era apresentadora de programa infantil no SBT) para o público, resolveu cantar a libertadora "Vai tomar no cú" (com acento mesmo, que aí fica mais dramático).
Assistam:
Monday, June 25, 2007
- "Manhê, quando é que a gente sabe que é adulto??"
Breve, num cinema perto de você!

Tuesday, June 19, 2007
Olhar

A cada dia, cada um de nós se depara com o dilema de encarar a sua vida, e os eventos que acontecem no cotidiano, com o olhar de quem vê um significado, ou de quem vê mero acaso, reles acidente sem sentido. Trata-se, então, de saber qual espécie de ‘olhar’ seremos treinados a exercitar quando crianças: aquele que constrói significados, que atribui sentido às coisas, ou aquele que enxerga apenas o aleatório.
Claro que não se trata, no primeiro caso, de um olhar que ‘encontra’ o sentido¹ das coisas, mas sim de um olhar que cria, elabora, esse sentido. É, portanto, um exercício criativo, criador, que todos deveríamos aprender já na infância. Isso porque não estou dizendo que tudo aquilo que nos ocorre tem um sentido inerente (como se o fato de um vaso cair de uma janela em nossa cabeça pudesse ter algum objetivo que não o azar), mas que há na natureza humana essa capacidade de conferir significado às coisas. E é essa capacidade que determina a qualidade de uma vida, é essa capacidade que irá determinar se viveremos como zumbis ou não.
Infelizmente, na sociedade um tanto neurótica em que nascemos, e pelo modo como as famílias e as relações iniciais de todo jovem estão estruturadas, é muito provável que testemunhemos, nos primeiros momentos de nossa vida, um bocado de desamor, muita atribulação, perda e indiferença – às vezes até pelo despreparo de nossos pais.
Nesse ambiente, talvez nossa tendência inata seja deixar-nos levar por essa segunda espécie de olhar: aquele para qual tudo isso, não tendo qualquer sentido, será de uma injustiça absurda, e provocará uma dor estúpida, porque injustificada.
Creio que esse é um olhar muito cruel para qualquer criança. Então é natural que, desde o início, aprendamos a fugir dele. Não houve nenhum adulto consciente capaz de nos ensinar um olhar diverso - nem nossos pais, porque eles talvez estejam muito perdidos com suas dores, nos oferecendo, nos máximo, as ‘respostas prontas’ que foram treinados a repetir.
Forma-se então uma secreta, inconsciente desconfiança de que nada faz sentido, de que a vida é algo sem qualquer significado. E por isso mesmo todas as experiências desagradáveis (a perspectiva da solidão, a doença, a possibilidade da morte) parecem piores, e nos fazem querer desviar o olhar dessas questões - porque não é a dor e a dificuldade o que na verdade tememos, mas sim o fato da dor e dificuldade não terem sentido algum.
E assim passamos toda nossa vida: escapando de uma visão que, secretamente, sabemos ter o potencial de nos destruir, agregando àquelas experiências iniciais outras vivências igualmente dolorosas, mas sempre em fuga. E é dessa forma que aquilo que recusamos a enxergar acaba por delinear os contornos de nossa própria trajetória, através de nossas escolhas, de nossas reações inconscientes.
Aos poucos, nos tornamos peritos em fugir do buraco que se abriu em nós: construímos discursos, nos deixamos iludir e envaidecer pela falsa auto-imagem que criamos, inventamos justificativas, elaboramos as mais diversas e requintadas formas de desviar nossa atenção. E o mundo é pródigo em nos ofertar várias formas de fuga, ao ‘gosto do cliente’: o trabalho desenfreado, o consumismo, as paixões desencontradas, a busca cega por diversões padronizadas, o uso não ritualizado de substâncias entorpecentes, as ideologias políticas, as religiões, etc.
O resultado disso é que nunca estamos inteiros em nada, pois contaminamos todas as coisas que fazemos, e que poderíamos fazer de forma legítima se a situação fosse outra, com a marca de nossa fuga, de nossa covardia. Não estamos verdadeiramente presentes em nossas relações com os outros, pois estamos ocupados demais tentando convencer a todos, e principalmente a nós mesmos, que nada há de errado.
Seria necessário uma freada nesse caminhar cego. Seria necessário aprender e treinar aquele olhar que busca e constrói sentido. Seria necessário utilizar esse olhar então adquirido para perceber o significado existente naquilo que ocorreu em nosso passado. Só assim poderemos descobrir tudo o que ainda não fomos e poderemos ser. Apenas assim poderemos estar inteiros em tudo o que decidamos fazer, seja o que for. Só assim começaremos a nos relacionar com os outros, e não com suas sombras.
E, de um modo ou de outro, esse é o passo corajoso de todos os que decidem fazer alguma forma de terapia. Pois, antes mesmo de começar o processo terapêutico, o próprio fato de tomar essa decisão já é um modo de reconhecer a necessidade de parar de fugir de si mesmo.
Portanto, esse passo em si de nada vale se, junto com ele, não percebermos que o mais importante, o mais fundamental, é o compromisso assumido com nós mesmos de parar de fugir, de examinar com cuidado e atenção a que está oculto, de aprender novos olhares que até mesmo podem causar uma reviravolta em nossas vidas.
Trata-se de um processo curativo. E, sob esse aspecto, o terapeuta pode ser considerado uma espécie de médico (como alguém já me disse, um ‘médico da cabeça’), sendo a terapia uma espécie de tratamento: um médico com um tratamento para nos curar não de uma doença, mas de uma ‘visão doentia’ que, por mais que neguemos, existe dentro de nós, e através da qual desconstruímos nossa vida e tudo que nos ocorre. Porém, isso é só parte da verdade. E nos surpreenderemos com o que virá.
Porque, ao iniciarmos o caminho que reconstrói nossa visão do passado e de nossa vida, descobrimos que há uma espécie de ‘chamado’. Um chamado não de algum Deus ou força espiritual, mas um chamado de nós mesmos para nós mesmos. Aquilo que chama é o ser que poderíamos ter sido, se desde o início houvéssemos aprendido a exercitar o olhar que atribui significado ao mundo; se, desde o início, alguém nos houvesse ensinado a ver as perdas, decepções e indiferenças com o olhar que se dedica a construir uma vida, um sentido um senti. É aquilo que, a despeito de todas as dificuldades, permaneceu em estado de latência aguardando o momento de se manifestar.
Dessa forma, o que se inicia como um processo curativo logo se transforma em uma espécie de ‘gestação’, na qual damos nascimento a um novo modo de ser, viver e olhar que, no fundo, nada mais é do que nosso eu mais genuíno, que nada mais fará que expressar quem realmente somos da forma mais verdadeira possível. E o terapeuta, nessa perspectiva, não é um curador ou médico, mas um parteiro que dá seu auxílio a essa gestação: não é ele que gera, e de nada adianta simplesmente confiarmos em seu trabalho, por mais competente e dedicado que ele seja, pois o esforço desse ‘parto’ é todo nosso.
O que, ao final desse processo, nos tornamos? Não tenho idéia, principalmente porque esse é um processo de uma vida toda, com ou sem terapia. Então, não há um modelo final, um ponto de chegada. O aprendizado do olhar que dá significado à vida trabalhará continuamente em nós, dentro de nós e fora de nós, nos transformando e transformando tudo o que nos rodeia (nosso destino, nossas relações), num movimento de eterna descoberta. Não é algo que garanta a felicidade, não é algo que assegure algum tipo de sucesso: não se trata de fugir da dor e dos problemas, nem mesmo de assumir alguma daquelas um tanto infantis posturas 'hiper-otimistas' (no velho estilo 'pensamento positivo'). Trata-se, sim, de deixar de ser objeto do destino, dos acontecimentos, dos problemas e das dificuldades, para ser sujeito de nosso destino, de nossos problemas e dos desafios que jamais deixarão de existir.
"Tão longe quanto podemos discernir, o único propósito da existência humana é acender uma luz na escuridão do mero existir". – Carl Gustav Jung, "Memórias, Sonhos e Reflexões".
Nota:
1. - Acho importante frisar a palavra ‘sentido’, pois ela é melhor que ‘significado’. ‘Sentido’, além de sugerir a idéia de ‘significado’, também traz a idéia de ‘sentimento’ (de algo que é ‘sentido’) e de caminho, orientação (como o sentido de uma rua). Assim, construir o sentido da nossa vida significa não só dar a ela um significado, mas também um sentimento e uma orientação dentro de um caminho que escolhemos.
Monday, June 18, 2007
Visita de médico
Wednesday, June 06, 2007
Minha dica de cinema...

Tuesday, May 29, 2007
BIG MOUTH STRIKES AGAIN
Tuesday, May 15, 2007
Coisas que salvam o dia!
- ouvir pela 14ª vez "Suspended from Class" do Camera Obscura (meus tímpanos já têm saliências calosas no formato das ondas sonoras específicas dessa música).
- ver alguns episódios do Borat no Youtube.
- falar mal da chefe com uma colega.
Monday, May 14, 2007
Welcome Conrad!
Convalescença

Thursday, May 10, 2007
Boletim Médico


